Condomínios · Betim e Grande BH

Energia solar para condomínios, com números para a assembleia

A conta de energia das áreas comuns pesa na taxa de condomínio todo mês. A ABC Solar faz o estudo com as faturas reais e entrega ao síndico um material claro para levar à assembleia: investimento, economia esperada e prazo de retorno.

Áreas comuns

Onde a energia do condomínio vai

O sistema instalado na cobertura ou em área livre gera energia para a unidade consumidora do condomínio e reduz a conta das áreas comuns.

Iluminação

Garagens, corredores, escadas, halls e áreas externas, muitas vezes ligadas boa parte do dia.

Elevadores

Um dos maiores consumos de prédios, com uso durante todo o dia.

Bombas d’água

Recalque, pressurizadores e bombas de piscina funcionando todos os dias.

Portaria e segurança

Portões, interfones, câmeras, cerca elétrica e controle de acesso, ligados 24 horas.

Para o síndico

Tudo o que a decisão coletiva precisa

Em condomínio, a decisão é de muitos. O síndico precisa de informação clara para apresentar, responder dúvidas e prestar contas depois.

Estudo de viabilidade

Análise das faturas das áreas comuns, com a conta antes e depois da energia solar.

Material para a assembleia

Proposta objetiva, com investimento, economia esperada, prazo de retorno e formas de pagamento.

Projeto com responsável técnico

Projeto elétrico com ART, instalação conforme as normas e homologação junto à CEMIG.

Acompanhamento da geração

Monitoramento para o síndico mostrar aos condôminos que o sistema entrega o que foi projetado.

Do estudo à geração

Como funciona o projeto no condomínio

01

Faturas e vistoria

Analisamos as faturas das áreas comuns e vistoriamos a cobertura: espaço, sombras, estrutura e impermeabilização.

02

Estudo e proposta

O síndico recebe o estudo com a conta atual, a conta com energia solar e o retorno do investimento.

03

Aprovação

A decisão segue o que a convenção do condomínio determina. O material do estudo serve de base para a assembleia.

04

Instalação e homologação

Obra planejada com aviso aos moradores, conexão agendada e aprovação junto à CEMIG.

E os apartamentos? Em geral, a cobertura comporta o consumo das áreas comuns. Quando há espaço e interesse, a energia pode ser dividida também entre as unidades, pela modalidade de múltiplas unidades consumidoras. A viabilidade é avaliada caso a caso.

Perguntas frequentes

O que síndicos e conselheiros perguntam

A instalação pode causar infiltração na laje?

A fixação é definida no projeto para preservar a impermeabilização da cobertura, que é avaliada na vistoria. Se a impermeabilização já estiver comprometida, isso aparece no estudo antes da instalação.

Precisa de aprovação em assembleia?

Depende da convenção do condomínio. O estudo e a proposta são feitos para servir de base para a apresentação e para as perguntas dos condôminos.

A conta das áreas comuns vai zerar?

Não. Continuam a parcela mínima da distribuidora ou o Fio B sobre a energia compensada, conforme o caso. O estudo mostra esse valor antes da decisão.

Como o condomínio pode pagar?

À vista ou com financiamento, sujeito a análise de crédito. A proposta compara a parcela com a economia mensal esperada, para a assembleia decidir com os números na mesa.

Quem cuida do sistema depois?

A ABC Solar, com monitoramento da geração, manutenção e limpeza técnica. O síndico tem acesso aos dados de geração para a prestação de contas.

E condomínio de casas?

Nas áreas comuns, o projeto segue a mesma lógica. Cada morador pode ter o próprio sistema na sua casa, com projeto individual: veja a energia solar residencial.

Próximo passo

Vamos preparar o estudo do seu condomínio?

Envie pelo WhatsApp as últimas faturas da CEMIG das áreas comuns. A engenharia devolve o estudo de viabilidade para o síndico apresentar.